Artur Bordalo – Artista que transforma lixo em obra de arte

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Artur Bordalo
Fotografia: captura youtube.com, video Bordalo II transforma lixo em arte em "Attero", canal Studio Luz

Pelo menos uma vez na vida ouvi falar do artista português Artur Bordalo, que mostra os efeitos negativos da poluição, através dos seus desenhos. Nascido em 1987, em Lisboa, cresceu a ver o avô, Real Bordalo, a assalar as paredes dos edifícios em Lisboa.

 

A curiosidade sobre escultura e cerâmica

O seu trabalho está fortemente relacionado com o que o seu avô fez, dizendo várias vezes que queria promover o legado que foi deixado para trás. Passou a maior parte da sua juventude no estúdio do avô, prestando atenção a todos os detalhes. Real Bordalo tinha interesse por aguarelas e óleos e muitas vezes usava paisagens ou cenas diferentes da multidão da cidade. Disse que era uma aventura contínua para realizar este categoria de arte, como muitas vezes estava associada ao grafito, que era ilegal em Lisboa.

Artur Bordalo fez um curso de Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, durante oito anos, mas nunca o terminou. Disse que todos estes anos têm sido uma oportunidade para ele descobrir mais sobre escultura ou cerâmica e experimentar arte com diferentes categorias de materiais. Mais tarde, o seu palco de expressão tornaria-se em locais públicos, como edifícios e ruas da cidade.

Os seus principais problemas são o excesso de produção e consumo de coisas que usamos. Pelo seu ilustrado, quer chamar a atenção para as nossas ações que vão destruir o planeta. Bordalo-nos matérias-primas que devem ser vistas como um manifesto universal.

Para que a sua mensagem fosse entregue, Bordalo criou uma escultura animal. Ao contrário de muitos artistas, ele não compra os materiais. Prefere usar o que encontra nas ruas. Uma destas esculturas conhecidas chama-se Owl Eyes, construída a partir de pneus de trator e outros pedaços de lixo urbano. A escultura insere-se no festival WOOL de Artes Urbanas, que se realiza anualmente em Covilhã, Portugal.

Tenho sempre os meus assistentes a trabalhar comigo nestas peças grandes. Usamos quase só plástico porque são um dos cancros do planeta. (Artur Bordalo)

Enquanto começa todo o seu trabalho em Portugal, agora quer entregar a sua mensagem globalmente. Ultimamente fê-lo viajando pela Estónia ou pelos Estados Unidos da América. Está determinado a mudar o mundo e a garantir que as pessoas pensem duas vezes antes de deitar fora o lixo, sem o separarem corretamente. Quem sabe que tesouro pode ter nele?

 

Fontes do Contexto:

Descubre aqui outro tipo de arte.

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