COVID-19 e a Gripe Espanhola: 100 anos entre as pandemias que mudaram o planeta

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covid-19, Gripe Espanhola
pixabay.com

Tradução: Neațu Alexandra Georgiana

COVID-19 e a Gripe Espanhola: são 100 anos entre estas pandemias que mudaram o planeta. Assim, cada 100 anos enfrentamos uma pandemia que devasta todo o planeta, e o número de vítimas aumenta significativamente a cada catástrofe epidêmica. Podemos dizer que a história se repete, enfrentando hoje a pandemia do COVID-19.

Neste artigo falaremos sobre o COVID-19, a Gripe Espanhola e os 100 anos entre essas pandemias que mudaram o mundo.

Cronologia

  • 1720 – A epidemia de peste bubônica (a Grande Peste de Marselha), cerca de 100.000 mortes
  • 1820 – Epidemia de cólera, cerca de 30.000 mortes
  • 1920a Gripe Espanhola, cerca de 50-100 milhões de mortes
  • 2020 pandemia de coronavírus (COVID-19), 2,8 milhões de mortes (até agora)

Semelhanças e diferenças entre a gripe espanhola e COVID-19

  • Os efeitos negativos da gripe espanhola afetaram pessoas de 20 a 30 anos, que são as mais vulneráveis. Por quê? A pandemia de 1889-1890 foi representada por um primeiro vírus gripal (Gripe russa), então enfrentado por jovens na década de 1920, levando a um sistema imunológico enfraquecido e um alvo direto de infecção.
  • Hoje, os mais afetados pela pandemia de COVID-19 (SARS-CoV 2) são os idosos e aqueles que sofrem de várias doenças crônicas, como doenças cardíacas, diabetes, doenças pulmonares e doenças autoimunes.
  • Em 1920, os recursos médicos eram limitados e a compreensão e o tratamento da gripe passaram por um processo difícil. Agora, várias descobertas foram feitas em relação à luta contra o vírus (vacina).
  • A gripe espanhola acabou em 1920 e a pandemia do coronavírus começou em 2020, após um período fixo de 100 anos.

A evolução da gripe espanhola

Os primeiros casos de gripe espanhola foram encontrados no dia 4 de março de 1918 numa base militar no Kansas, EUA, Camp Funston. A gripe varreu o planeta em três ondas sucessivas, sendo a onda 2 a mais devastadora. A gripe espanhola foi considerada pelos virologistas como uma gripe aviária, que sofreu certas mutações e ultrapassou as barreiras do normal, das aves aos humanos.

Foi espalhada ao redor do mundo por tropas que lutaram no final da Primeira Guerra Mundial. Os que avançaram na batalha foram mortos pelo vírus e os que sobreviveram nas trincheiras levaram o vírus para casa quando partiram de licença.

Estima-se que cerca de 20-50% da população do planeta sofria dessa doença, e a taxa de mortalidade ficava entre 2,5-5%, dependendo do país. A gripe matou cerca de 25 milhões de pessoas apenas nas primeiras 25 semanas, além da SIDA, que causou 25 milhões de mortes em 25 anos.

Em 1918, a população do planeta era de 1,8 bilhão de pessoas. O desenredo catastrófico foi observado em 1920, quando, após a pandemia, o mercado e a taxa de trabalho caíram fortemente devido ao fato de que a grande parte das vítimas eram homens e mulheres com idades entre 15 e 45 anos.

Etimologia

O nome de gripe espanhola foi dado porque a gripe recebeu mais atenção na imprensa espanhola do que no resto da Europa. A Espanha foi um dos países mais afetados, com 8 milhões de infectados e mais de 300.000 mortos. No mesmo país, a segunda onda de infecções foi mais perigosa do que a primeira, que coincidiu com o relaxamento das restrições de tráfego. Como resultado, mais e mais infecções estouraram no inverno.

Durante o assédio, devido à sobreposição da crise política e da crise de saúde provocada pela organização das eleições parlamentares, a capital careceu de medicamentos. Na mídia há relatos de que os liberais cometeram fraude eleitoral, enquanto os partidos da oposição pediram o cancelamento da eleição.

Ao mesmo tempo, a doença está se espalhando e os donos de hotéis e restaurantes ameaçaram fechar as suas portas se não forem cumpridas as medidas governamentais para “declarar doenças infecciosas”.

De acordo com um relatório do Universul (o jornal mais popular e lido da época), é assim que a imagem estava na pandemia de gripe espanhola de 1919.

 

Sobre a pandemia de coronavírus (COVID-19)

A nova cepa de coronavírus foi descoberta em Wuhan, China, em janeiro de 2020. Agora é chamada de COVID-19 e causa doenças respiratórias agudas. O surto deixou a China e se espalhou por todo o planeta. Os principais surtos ocorreram inicialmente em: China Central, Itália, Coréia do Sul e Irã.

12 de dezembro de 2019: No centro de Wuhan, apareceu um grupo de pessoas com pneumonia inexplicada, a pneumonia afetando principalmente os proprietários das barracas que trabalhavam no mercado de peixes no sul da China e vendiam animais vivos.

Posteriormente, os cientistas chineses identificaram um novo tipo de coronavírus, chamado 2019-nCoV, e descobriram que o vírus é pelo menos 70% semelhante ao gene SARS-CoV. Algumas especulações afirmam que o vírus veio de um morcego, os pesquisadores explicaram que os morcegos são os únicos mamíferos que podem voar, o que lhes permite espalhar a doença em grandes números. Não se sabe exatamente, porém, qual é o animal portador (paciente 0) que iniciou a transmissão da doença.

11 de março de 2020: A Organização Mundial da Saúde declara oficialmente uma pandemia de coronavírus.

Vacinas para o coronavírus

As vacinas não eliminam a doença nem protegem 100% o corpo humano. Eles são 95% eficazes. Desde março de 2021, surgiu uma série de vacinas com diferentes ações na imunidade:

  • As duas vacinas de RNA: Pfizer-BioNTech e Moderna
  • Vacinas convencionais inativadas: BBIBP-CorV, CoronaVac, Covaxin e CoviVac
  • Vacinas virais: Sputnik V, Convidecia, Oxford – AstraZeneca e Johnson & Johnson
  • Vacinas de subunidades proteicas: RBD-Dimer e EpiVacCorona

Quando a pandemia acabará?

O Dr. Almirante disse que a pandemia termina quando não há mais doenças infecciosas incontroláveis ​​entre as comunidades e os casos estão num nível extremamente baixo. Hoje, isso é impossível, porque a cada dia mais e mais casos são registrados.

 

Fontes:

Tentar parar de fumar pode ser um caminho extremamente difícil, repleto de obstáculos que podem durar de dias a meses, ou talvez até anos. O que acontece mais exatamente quando pararmos de fumar? Veja aqui.

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